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terça-feira, 12 de março de 2013

Dia do Bibliotecário

Dia 12 de março comemoramos o Dia do Bibliotecário.

Esse dia passou a ser comemorado a partir do Decreto nº 84.631, de 09 de abril de 1980 que trata da Semana Nacional do Livro e da Biblioteca e o Dia do Bibliotecário.
Art. 4º – Fica instituído o Dia do Bibliotecário, a ser comemorado em todo o território nacional a 12 de março, data do nascimento do bibliotecário, escritor e poeta Manuel Bastos Tigre.
 
Um Parabéns muito especial…

Nós que precisamos explicar quase todos os dias o que significa Biblioteconomia,
Nós que precisamos explicar pq são necessários 4 anos para se formar bibliotecário,
Nós que com toda dedicação ampliamos nosso mercado de atuação,
Nós que somos os profissionais da informação e temos feito a diferença no ambiente de negócios,
Nós que ajudamos universitários nas suas pesquisas, orientando e incentivando,
Nós que entendemos que a leitura é capaz de mudar a sociedade,
Nós que elaboramos relatórios de mercado e analisamos os dados,
Nós que cuidamos da memória da sociedade,
Nós que organizamos livros nas estantes e produtos em lojas online,
Nós que trabalhamos sempre pensando no que é melhor pro usuário,
Nós que estamos a todo tempo atualizando os especialistas,
Nós que colocamos luvas, máscara, touca, roupão e óculos de proteção só para cuidar dos livros raros,
Nós que incentivamos as crianças a ler,
Nós que andamos por ai com nossos tablets e smartphones pesquisando e disseminando informação na web,
Nós que usamos ebooks, mas que não abrimos mão dos livros em papel,
Nós que somos chamados de carregadores de livros, e temos orgulho por carregar o pensamento e o trabalho de quem dedicou a vida a escrever,
Nós que somos chamados de chatos ao pedir silêncio, mas que sabemos o valor da concentração durante o estudo,
Nós que diariamente trabalhamos e nos dedicamos a valorização da Biblioteconomia…

Que o dia 12 de março seja muito bem comemorado por todos nós!
Valorize o profissional bibliotecário!


“A informação leva você mais longe. Bibliotecário leva você até ela” (Sistema CFB)

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Os fantásticos livros voadores do Senhor Lessmore

Linda animação! Sobre bibliotecários, livros, e a transformação que os livros trazem para a vida das pessoas!



E o Oscar vai para..."Os fantásticos livros voadores do Senhor Lessmore"



"The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore", conquistou o Oscar de melhor curta-metragem e animação. É uma história baseada em medidas iguais, no Furacão Katrina, nas performances do ator Buster Keaton, no Mágico de Oz e no amor aos livros, apresenta pessoas que dedicam a sua vida aos livros, e livros que ganham vida para devolver o favor. Usando uma variedade de técnicas (miniaturas, animação por computador, animação 2D) . O ilustrador William Joyce e de Brandon Oldenbrug apresentam um estilo híbrido de animação que remonta a filmes mudos e musicas da MGM.


Ficha técnica
Diretor: William Joyce, Brandon Oldenburg
Produção: Iddo Lampton Enochs Jr., Trish Farnsworth-Smith, Alissa M. Kantrow
Roteiro: William Joyce
Trilha Sonora: John Hunter
Duração: 15 min.
Ano: 2011
País: EUA
Estúdio: Moonbot Studios


Assista agora:


The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore por trailers no Videolog.tv.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Keep Calm

"Keep Calm and Carry On foi um pôster motivacional produzido pelo governo britânico em 1939, início da II Guerra Mundial, para ser usado somente se o nazismo conseguisse invadir a Grã-Bretanha. O cartaz foi distribuído apenas em número limitado. Em 2000, uma cópia deste pôster foi redescoberta na Barter Books, um sebo na cidade de Alnwick, na Inglaterra. A criação agora está agora em domínio público, e pode ser vista na decoração em casas. O criador do cartaz não é conhecido."











E mais bilhares de imagens! Mas na verdade pensei nesse poster pra ser usado em bibliotecas!






E para o que mais a criatividade permitir, encontrei um site que faz os "Keep calm and".

sábado, 20 de novembro de 2010

Bibliotecário escolar

A quantidade de informação que é produzida e veiculada hoje em dia, faz que nos tornemos protagonistas de um momento único da história. Nunca se teve acesso a tantas informações, em tão variados formatos, e sobre tão diversos assuntos. Apenas para ilustrar, uma pesquisa realizada nos Estados Unidos, no ano de 2009 intitulada “How Much Information?” concluiu que um norte americano consome por dia o equivalente a 34 GB de informação, entre filmes, internet, televisão, telefone, etc. Nesse contexto, é muito mais útil a qualquer pesquisador não memorizar dados, mas saber onde buscá-los, inclusive para o estudante pesquisador.
A tarefa de pesquisa escolar tem objetivos muito claros:

A pesquisa escolar deve ser uma atividade em que os alunos tenham oportunidade de estudo independente, de planejamento de trabalho, de uso de fontes de informação, de desenvolver o pensamento crítico, de adquirir autonomia no processo de conhecimento, de aprender a trabalhar com seus colegas colaborando e contribuindo com o grupo, de sugerir, construir, elaborar, concluir, sentindo-se satisfeito com os resultados atingidos. (MORO, ESTABEL, 2004, p. 3)

Sabemos, no entanto, que nem sempre se consegue atingir estes objetivos. Muitas vezes as pesquisas escolares transformam-se numa atividade de cópia e cola, que em nada colaboram para a construção intelectual do aluno.
A função primordial do bibliotecário é fornecer acesso à informação, e justamente neste aspecto que se torna tao fundamental na atividade de pesquisa para os alunos e usuários da biblioteca escolar. O ideial seria que o bibliotecário e o professor atuassem juntos, afinal, ambos são educadores. Deveria haver envolvimento e sincronicidade entre o trabalho desenvolvido pelos dois profissionais. O professor deveria consultar o bibliotecário antes de mandar os alunos realizarem uma pesquisa, não como uma forma de subordinação, mas para verificar se a biblioteca pode atender essa demanda, que materiais o bibliotecário poderia sugerir, que outras fontes poderiam buscar. Se o profissional da informação fizer parte do processo de elaboração da proposta pelo professor, vai poder contribuir mais efetivamente na busca dos alunos, no desenvolvimento das respostas, e na forma de apresentação dos resultados.
O bibliotecário vai mostrar aos alunos onde buscar informação, pode sugerir bases de dados, sites, fontes de informação, dependendo do grau de exigência da pesquisa. Mais importante que isso, vai mostrar aos estudantes como apresentar os resultados, não apenas copiar o texto, mas compreender a informação em seu contexto global.
Existem inúmeras possibilidades. O mais importante, é que para garantir que isso aconteça, o bibliotecário e a biblioteca devem ser um organismo vivo dentro da escola, devem aparecer, devem participar das atividades, devem estar integrados aos alunos e professores. Só desta forma, alguma mudança será visivel.

GHEDIN, Rodrigo. Adivinha quanta informação os americanos consomem por dia? Meio Bit. Disponível em: < http://meiobit.com/38066/adivinha-quanta-informa-o-os-americanos-consomem-por-dia/.>. Acesso em 12 out. 2010.

MORO, E.; ESTABEL, L. A pesquisa escolar propiciando a integração dos atores: alunos, educadores e bibliotecários – irradiando o Benefício coletivo e a cidadania em um ambiente deAprendizagem mediado por computador. Revista Novas Tecnologias na Educação, v. 2 n. 1, março, 2004. Disponível em: Acesso em: 10 out. 2010.

sábado, 2 de outubro de 2010

Mais sobre biblioteca escolar


É na escola que moldamos nossa personalidade, justamente nesse curto espaço de tempo (infancia e adolescencia) que recebemos as informações que irao nos influenciar nesse processo. Preconceitos, ética, relacionamento interpessoal, fatores que nos tornarão impares na sociedade. Entre estes fatores, o apreço pela leitura.
O profissional atuante na biblioteca escolar tem uma tarefa muito importante, embora muitas vezes não se de por conta disso. É uma tarefa fundamental no processo educacional do estudante, na formação crítica e intelectual que vai acompanha-lo ao longo da vida.
O bibliotecário que atua neste espaço, tem que perceber que é um educador. Ele tem essa função. Enquanto o professor vai ensinar a ler, o bibliotecário vai mostar o que ler, como ler, onde procurar essa leitura. Ele deve ser a ponte, o mediador para a informação. Deve mostrar que a leitura não é apenas um exercicio escolar, mas também uma forma de lazer.
A legislaçao existente contempla várias formas de incentivo e espansao da biblioteca escolar, mas lamentavelmente, o poder executivo não corresponde da forma adequada, cabendo muitas vezes aos envolvidos diretamente com a biblioteca prover meios para tal.
Muitas escolas não tem biblioteca, principalmente bairros de periferia. Nesses locais é comum acontecer um movimento entre os moradores, que é a criação de bibliotecas comunitarias. Esse tipo de biblioteca surge por iniciativa dos usuarios, que sentem a necessidade deste espaço. Muitas vezes não contam como bibliotecarios, nem com livros novos, nem com meios adequados para organizaçao, mas elas cumprem como nenhuma outra a funçao primordial da biblioteca, que é integrar e informar.
Nem sempre a biblioteca situada fisicamente dentro da escola vai suprir as necessidades dos alunos e usuarios. Em muitos casos, é a biblioteca comunitaria do bairro que vai cumprir este papel. Um espaço de atuação tão valido quanto.

sábado, 28 de agosto de 2010

Sobre Biblioteca Escolar

Um texto curto, escrito em aula para uma disciplina, mas que eu gostei muito.

_______________________________ 
Organização em Bibliotecas Escolares 
Nalin Ferreira
22/08/10
 
 
A Biblioteca Esolar é um dos pilares da educação de base, e continuada. Trata-se de um acervo organizado, disponível, acessível e voltado para uma determinada comunidade educacional. Deve atuar como um suporte ao ensino, em conjunto com os educadores.  Participa do sistema educativo, não como uma muleta, mas como uma peça da engrenagem. Deve auxiliar os usuários a desenvolverem aptidões que auxiliarão na sua vida futura, além de despertar a consciência critica e social, e o gosto pela leitura. Deve promover atividades culturais, e de integração, contribuindo com os objetivos e currículo da instituição de ensino em questão.
A UNESCO define a Biblioteca Escolar em seu Manifesto. Dentro dessa definição, estão listados os objetivos, missão e serviços. Sem querer discutir os interesses por tras deste manifesto, escolhi dois objetivos listados no mesmo, que me chamaram muita atenção: 


*Organizar atividades que incentivem a tomada de consciência cultural e social, bem como de sensibilidade;

*Proclamar o conceito de que a liberdade intelectual e o acesso à informação são pontos fundamentais à formação de cidadania responsável e ao exercício da democracia

Acredito que esses dois objetivos sejam complementares, e essenciais no processo educativo, que é uma das atribuições da biblioteca escolar. Como diz no próprio Manifesto: "[...] é parte integral do processo educativo."
A biblioteca não pode ser apenas um depósito de livros de literatura, com um bibliotecário que alcança informações da estante conforme a demanda. Pelo contrário, deve adiantar-se nesse processo. Deve instigar o estudante, incentivar que busque novidades, que pesquise além do solicitado.
A biblioteca deve ser um pólo de cultura, de informação, de troca, de novidades, e de atividades que atraiam os usuários.
A função da biblioteca, e nesse caso, não apenas da escolar, despertar a consciência crítica no usuário, fazer com que se sinta pertencente a uma comunidade, a uma sociedade, e que se torne crítico e atuante dentro deste espaço.
O usuário deve perceber que tem liberdade intelectual para buscar as informações que forem de seu interesse, e não concordar com elas, e buscar outras fontes.
O exercício de cidadania e democracia ficariam muito mais evidentes se a biblioteca escolar cumprir com os seus objetivos.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

CARTA DE ESCLARECIMENTO


Informações divulgadas pela atual gestão do DCE a serem revistas

Diante dos últimos acontecimentos na universidade, o CABAM sentiu a necessidade de esclarecer determinadas notícias que circularam entre os alunos. Esse esclarecimento é direcionado não somente aos alunos que são parte deste centro (de Biblioteconomia, Arquivologia e Museologia), mas sim a toda a comunidade acadêmica da UFRGS.

- SOBRE OS GUIAS DO BIXO
No início do ano, a atual gestão do DCE contatou o CABAM solicitando autorização para o uso do conteúdo do Guia do Bixo por nós produzido já no ano passado. Ficou acordado entre centro acadêmico e DCE que o texto poderia ser usado/adaptado com as devidas autorias preservadas e publicadas e, em troca deste uso, o DCE realizou a impressão dos Guias do CABAM deste ano. 

A ser esclarecido: 
O DCE nunca forneceu auxílio financeiro ao CABAM, conforme divulgado em recibo produzido pelo DCE. A troca foi baseada no recebimento dos guias impressos destinados aos calouros de Biblioteconomia, Arquivologia e Museologia.

A ser noticiado: 
No início do primeiro semestre de 2010, o veículo em que se encontravam os guias foi saqueado. Somente os Guias do Bixo do CABAM foram perdidos. Dessa forma, na primeira semana de aulas, os Guias do Bixo do DCE foram entregues aos calouros da UFRGS e, somente após nova impressão, o CABAM pôde entregar os seus.


- SOBRE O XII EREBD SUL
O XII Encontro Regional dos Estudantes de Biblioteconomia, Documentação, Ciência e Gestão da Informação da Região Sul, sediado em Porto Alegre nas dependências da UFRGS, teve por comissão organizadora alunos do curso de Biblioteconomia da UFRGS. Como instituição representativa do curso, o CABAM apoiou a iniciativa.

A ser esclarecido:
Diferentemente do que foi divulgado pela gestão do DCE, o CABAM não recebeu auxílio financeiro do DCE para a organização do XII EREBD Sul, simplesmente por não fazer parte da organização do mesmo
O DCE forneceu apoio, de fato, à Comissão Organizadora do evento - composta somente por alunos do curso de Biblioteconomia da UFRGS -, ao imprimir sem custos os certificados dos participantes com o logotipo do DCE Livre. 


- SOBRE O USO DE CONTEÚDO SEM ATRIBUIÇÃO DA FONTE

A página de informações do site do CABAM que diz respeito ao Cartão TRI teve seu conteúdo copiado pela atual gestão do DCE. Após reclamação, é possível conferir o link atribuído ao CABAM no pé da página.
Cartão TRI no site do CABAM: http://www6.ufrgs.br/cabam/cartaotri
Cartão TRI no site do DCE: http://dceufrgs.wordpress.com/cartao-tri/

O CABAM espera, diante do acima exposto, ter esclarecido determinadas informações errôneas, além de prejudiciais para o centro, divulgadas a respeito da vinculação estabelecida entre o centro acadêmico e a atual gestão do DCE da UFRGS.

CABAM
Centro Acadêmico da Biblioteconomia, Arquivologia e Museologia da UFRGS
www.ufrgs.br/cabam
www.twitter.com/cabam

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Fórum Gaúcho pela Melhoria das Bibliotecas Públicas e Escolares

14h - Abertura

Prefeito - Romildo Bolzan Júnior

Secretário Municipal de Educação- Gil José Davóglio

Assessora Pedagógica da Secretaria Municipal de Educação - Maristela Castro;

Presidente da Câmara de Vereadores de Osório - Rossano Teixeira;

Presidente da Comissão de Orçamento, Educação e Bem Estar - Ver. Denílson da Silva;

Coordenadora da 11ª CRE  - Maria Teresinha de Lima Silveira;

Presidente do Conselho Municipal de Educação - Maria Isabel B. A. da Silveira.

14h20min - Integração Biblioteca Pública e Escolar em Osório - Projeto Cidadão Leitor - Bibliotecária Rosane Hammel -   Coordenadora  da Biblioteca Pública de Osório e Orientadora Técnica das Bibliotecas Escolares  da Rede Municipal de Ensino e Silvia Dalpiaz - Supervisora Pedagógica das Auxiliares de Bibliotecas Escolares

14h45min - Frente Parlamentar de Leitura - Vereadora   da Câmara Municipal de Porto Alegre  Fernanda Melchiona

15h15mim - Propostas de integração entre Bibliotecas Escolares, Públicas e Comunitárias para estímulo da leitura

Professora Dra. Eliane Moro - FABICO UFRGS

Professora Dra. Lizandra Estabel - Coordenadora do Curso Técnico em Biblioteconomia - IFRS

16h - Coffe Break  

16h30mim - Apresentação do Sistema de Bibliotecas Escolares da Rede Municipal de Ensino de Porto Alegre - Projetos de organização técnica e projetos pedagógicos para dinamização das bibliotecas escolares -Bibliotecários  Fernando Telles, Adriana Gomes, Giane Zacher

17h15min - Boas Práticas  - Relato de Experiência - A biblioteca pólo do Ceclimar - Bibliotecária Stella Maris do Canto Pivetta

18h - Encerramento

terça-feira, 27 de abril de 2010

Estatuto da Biblioteconomia Alternativa

Versão: Beta Perpétuopor Fernando P., Célvio Derbi e Lígia 'lilly'

Nós estudantes de biblioteconomia, a partir deste XII EREBD SUL, buscaremos e lutaremos.

Artigo I
Fica decretado que as regras abaixo devem ser cogitadas -- e não cegamente obedecidas.


Artigo II
Fica decretado que nunca haverá estabilidade, por mais sedutora que ela seja. Por mais prazerosa que ela pareça. Por mais segurança que ela transmita. Sempre que tal calamidade se aproximar, o Bibliotecário deverá insurgir-se contra a Ordem estabelecida, questionando-a e instaurando novamente a instabilidade.


Artigo III
Fica decretado que cada nova Ordem exige uma nova Desordem, e que cada nova Desordem exige o questionamento meticuloso: "Como eu posso melhorar o que eu já tenho?". Cabe ao Bibliotecário fomentar a Desordem e alimentar as outras pessoas com informações que possibilitem mudanças.


Artigo IV

Fica decretado que a Biblioteconomia não é uma profissão, não é um matrimônio e não é um sacerdócio. Biblioteconomia é, agora, um estado de espírito e uma forma de ser.


Artigo V
Fica decretado que o Bibliotecário não é puramente suas ferramentas; mas, sim, que ele faz suas ferramentas. Não há CDU, CDD, AACR2 que valha a pena decorar se ela não satisfizer as necessidades da nova Desordem. O insumo do Bibliotecário é a Informação, encontrável, disseminável e debatível.


Artigo VI

Fica decretado que o único inimigo do Bibliotecário é ele próprio. Preguiça, comodismo, falta de vontade e falta de esperança são incompatíveis com o fazer bibliotecário.


Artigo VII
Fica decretado o repúdio à expressão "Minha biblioteca" pelo bibliotecário ou Estagiário de Biblioteconomia ao se referirem aos seus locais de trabalho e de estudo. Cada biblioteca é dos seus usuários, independentemente das crenças dos seus gerentes.


Artigo VIII

Fica decretado que o Bibliotecário, além de Bibliotecário, também será Usuário durante o período exato de sua existência.


Artigo IX

Fica decretado que o Bibliotecário deve ser tão criativo quanto o poeta. Que ele deve criar soluções quando elas estiverem indisponíveis, e que ele deve conhecer as soluções que seus colegas encontraram. A Biblioteca só receberá investimentos se ela tiver visibilidade; ela só terá visibilidade se funcionar direito; e ela só funcionará direito se o bibliotecário lembrar que ele também é Usuário.


Artigo X

Fica decretado que esta não é a primeira Biblioteconomia Alternativa, e nem será a última. A cada vez que os Bibliotecários estiverem satisfeitos, um novo levante deve ocorrer, considerando novas necessidades e novas esperanças.


Publique-se e cumpra-se.

Porto Alegre, 24 de abril de 2010.

http://biblioteconomiaalternativa.blogspot.com/