domingo, 28 de agosto de 2011
sábado, 27 de agosto de 2011
Tempo
"Atravessamos o presente de olhos vendados, mal podemos pressentir ou adivinhar aquilo que estamos vivendo. Só mais tarde, quando a venda é retirada e examinamos o passado, percebemos o que foi vivido, compreendendo o sentido do que se passou."
Milan Kundera in Risíveis Amores
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Cartas
Não é verdade que as pessoas se repitam. O que se repetem são as situações, inúmeras vezes — e você sabe que qualquer situação que nos acontece é por nossa culpa. Principalmente quando ela se repete muitas vezes. Tudo o que acontece à gente é uma mera conseqüência daquilo que se fez.
Caio Fernando Abreu in “Cartas”
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Mudança
Comecei a pensar nas coisas que eu queria que fossem diferentes na minha vida.
Fiquei realmente chocada, pois a maioria delas, só depende de mim. Eu preciso mudar, não é culpa do universo que algumas delas não estejam dando certo, a culpa é minha.
Momento tenso de autoconhecimento.
Fiquei realmente chocada, pois a maioria delas, só depende de mim. Eu preciso mudar, não é culpa do universo que algumas delas não estejam dando certo, a culpa é minha.
Momento tenso de autoconhecimento.
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Desprendimiento
Dulzura de sentirse cada vez más lejano.
Más lejano y más vago...
Sin saber si es porque las cosas se van yendo
o es uno el que se va.
Dulzura del olvido como un rocío leve cayendo en la tiniebla...
Dulzura de sentirse limpio de toda cosa.
Dulzura de elevarse y ser como la estrella inaccesible y alta,
alumbrando en silencio...
En silencio,
¡Dios mío!...
Más lejano y más vago...
Sin saber si es porque las cosas se van yendo
o es uno el que se va.
Dulzura del olvido como un rocío leve cayendo en la tiniebla...
Dulzura de sentirse limpio de toda cosa.
Dulzura de elevarse y ser como la estrella inaccesible y alta,
alumbrando en silencio...
En silencio,
¡Dios mío!...
Assinar:
Postagens (Atom)
